O Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) expressou na presente quinta-feira (5) confiança na firmeza institucional do Banco Central (BC). Isso foi manifesto após a investigação sobre suspeitas de irregularidades associadas ao Banco Master revelar a participação de servidores de trajetória no órgão.
“Depositamos confiança na firmeza institucional do Banco Central do Brasil, na competência técnica e moral de seu corpo funcional e na atuação das instâncias responsáveis pela investigação”, comunicou o sindicato.
A entidade complementou que, caso as irregularidades sejam confirmadas, os responsáveis devem ser sancionados de acordo com a legislação, mantendo a confiabilidade da instituição perante a sociedade.
O sindicato emitiu o comunicado um dia após o ex-diretor de Fiscalização do BC e servidor Paulo Sérgio Neves de Souza e o servidor Bellini Santana, ex-chefe do Departamento de Supervisão Bancária do BC, terem sido alvo de mandados de busca e apreensão na terceira fase da Operação Compliance Zero.
A operação está em curso investigando possíveis irregularidades ligadas à administração do Banco Master.
Ambos os servidores já estavam afastados de suas funções por determinação anterior do próprio Banco Central, que instaurou uma investigação interna para examinar as atividades deles.
Em comunicado, o sindicato afirmou que está acompanhando “com atenção” os desdobramentos do caso, mas optou por não opinar sobre o mérito das investigações.
“Sem adentrar ao cerne das apurações em andamento, reiteramos nosso compromisso com a institucionalidade da autarquia, com o respeito às decisões das autoridades competentes e com os fundamentos que regem o Estado Democrático de Direito”, expressou a entidade.
Defesa do procedimento apropriado
O Sinal ressaltou ainda que é essencial que os eventos sejam completamente esclarecidos, respeitando as proteções legais estabelecidas.
Conforme o sindicato, a investigação deve ser conduzida seguindo o devido processo legal, o direito à contradita e à ampla defesa. A entidade assevera que tais salvaguardas são cruciais para garantir a legitimidade das decisões e a estabilidade jurídica.
Fonte: Agência Brasil
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