Queda de 3,3% no Superávit da Balança Comercial Brasileira em Abril

Em abril de 2025, o saldo positivo da balança comercial brasileira foi de US$ 8,153 bilhões, mostrando uma diminuição de 3,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, conforme divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) nesta quarta-feira, 7.

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O aumento das importações para US$ 22,256 bilhões, 1,6% acima do registrado em 2024, e das exportações para US$ 30,41 bilhões, 0,4% maiores do que em 2024, foram os principais motivos desse resultado.

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As variações de preços dos produtos impactaram o valor acumulado de importações e exportações. Enquanto as exportações diminuíram 0,5% considerando apenas o volume, as importações cresceram 4,4%.

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O superávit comercial de US$ 8,153 bilhões ficou abaixo das estimativas dos economistas consultados, que previam US$ 8,296 bilhões (agência Reuters) e US$ 8,3 bilhões (Projeções Broadcast) para o mês.

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No acumulado de 2025, o superávit é de US$ 17,729 bilhões, representando uma queda de 34,2% em relação ao mesmo período de 2024.

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Apesar disso, Herlon Alves Brandão, diretor do Departamento de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do MDIC, acredita que as exportações devem crescer este ano em comparação com o ano anterior.

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Impactos das tarifas na balança comercial

Brandão destacou a complexidade em determinar se a guerra tarifária iniciada por Donald Trump já está impactando diretamente as exportações e importações do Brasil. Ele mencionou a necessidade de estudos mais aprofundados para confirmar essa causalidade.

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As exportações para os Estados Unidos apresentaram um aumento de 21,9% em abril, correspondente a US$ 0,6 bilhões. O volume também cresceu 17,5%.

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De acordo com Brandão, os dados dos EUA indicam que importadores americanos aumentaram suas compras, antecipando os efeitos das tarifas de Trump. Esse aumento nas exportações para os EUA pode estar relacionado à política comercial do país.

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Apesar do crescimento geral, houve redução nas exportações de produtos semi-acabados de ferro e aço (22,5%) e de alumínio (73%), devido às tarifas em vigor nos EUA.

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Os principais produtos exportados para os Estados Unidos foram óleos brutos de petróleo, café não torrado, aeronaves, produtos semi-acabados e carne bovina.

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Importações

O aumento nas importações pode refletir o crescimento da atividade econômica brasileira. Brandão aponta que a demanda por bens importados, como carvão mineral e combustíveis, está relacionada a esse cenário.

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Uma nova parceria entre Brasil e Vietnã pode ter impactado as importações, como é o caso do aumento das importações de café do Vietnã. Com a redução de impostos e o aumento dos preços do café no Brasil, o Vietnã se tornou competitivo no mercado brasileiro, conforme explicou o técnico do Mdic.

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Fonte: Bora investir

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Valor Central