Num dia desafiador para as ações do Banco do Brasil (BBSA3), que divulgou resultados desanimadores, segundo o mercado, referentes ao primeiro trimestre de 2025, o Ibovespa B3 sentiu o impacto e fechou em declínio de 0,11%, aos 139.187 pontos, após atingir 137.713 pontos na mínima do dia.
Durante a semana, o avanço do Ibovespa foi de 1,96%, marcando a sexta semana consecutiva em alta.
A redução dos juros futuros mais longos no final do pregão ajudou a impulsionar os papéis mais locais, como Petz (+7,18%), CVC (+5,86%), Vamos (+4,61%) e Hapvida (+4,44%).
Enquanto as ações ligadas a commodities tiveram movimentos opostos. As ações da Vale fecharam em alta de 0,07%, e os papéis da Petrobras encerraram mistos: as PN aumentaram 0,47% e as ON caíram 0,12%.
O destaque de quedas ficou para as ações do Banco do Brasil, que despencaram 12,69%.
Já as ações da Marfrig dispararam 21,35%, com os investidores reagindo à proposta de fusão com a BRF, que subiu 0,78%.
O volume financeiro do Ibovespa foi alto, atingindo R$ 22,5 bilhões. Na B3, o giro alcançou R$ 29,0 bilhões.
O dólar fechou sexta-feira cotado a R$ 5,6685, em baixa de 0,19%. O euro teve queda de 0,49%, sendo negociado a R$ 6,3205.
Durante a semana, o dólar teve um aumento de 0,24% e o euro recuou 0,70%.
Preocupações com as finanças públicas brasileiras continuam sendo observadas pelos participantes do mercado, dificultando uma valorização mais significativa do real, em um cenário em que o comportamento da taxa de câmbio ainda é influenciado pelas decisões de investidores estrangeiros.
Os principais índices acionários de Nova York encerraram esta sexta-feira em alta, apresentando um crescimento considerável ao longo da semana, impulsionados pelo acordo comercial entre Estados Unidos e China, que estimulou o apetite por risco entre os participantes do mercado nos últimos dias.
No fechamento, o índice Dow Jones subiu 0,78%, alcançando 42.654,74 pontos, o S&P 500 teve alta de 0,70%, atingindo 5.958,38 pontos, e o Nasdaq avançou 0,58%, fechando em 19.211,102 pontos.
Na semana, as bolsas acumularam ganhos de 3,41%, 5,27% e 7,15%, respectivamente.
Setorialmente, saúde (+1,96%) e serviços públicos (+1,42%) lideraram as altas, enquanto energia (-0,18%) teve queda e tecnologia (+0,12%) registrou o menor aumento.
O S&P 500 teve cinco sessões consecutivas em alta e recuperou as perdas acumuladas no ano, assim como o Dow Jones.
Neste momento, o índice está à beira de um bull market, com um aumento de quase 20% em relação à sua mínima registrada em abril.
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Fonte: Bora investir
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