O banco estatal teve um lucro líquido ajustado de R$ 2,77 bilhões no último trimestre, uma queda de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado, em um desempenho caracterizado por um aumento de cerca de 15% nas reservas para créditos de difícil recebimento conforme demonstrado pelo banco público no final de quarta-feira, 4.
O banco público fechou o ano com uma carteira de crédito de R$ 1,378 trilhão, aumento de 11,5% em relação ao ano anterior, com crescimento de 13,0% no financiamento imobiliário, de 14,2% no crédito corporativo para empresas, 13,4% no crédito corporativo para pessoas físicas, 1,0% em saneamento e infraestrutura e 0,6% no setor do agronegócio.
A taxa de inadimplência acima de 90 dias subiu para 3,07%, de 1,97% um ano antes e 3,01% três meses atrás. Na área imobiliária, a taxa de inadimplência diminuiu ligeiramente para 1,18% em comparação com o último trimestre de 2024, enquanto para pessoas físicas subiu para 6,02% e para pessoas jurídicas quase dobrou, alcançando 12,13%. No agronegócio, saltou para 14,09%.
A reserva para créditos de difícil recebimento atingiu R$5,36 bilhões nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 14,6% em relação ao ano anterior e de 5,6% no trimestre.
Previsões
O banco também apresentou previsões para 2026, incluindo um crescimento de 9% a 13% em sua carteira de crédito total e um aumento de 11,5% a 15,5% na margem financeira bruta.
Pontos Fortes Financeiros de 2025
- Lucro Líquido Ajustado: R$ 15,5 bilhões, aumento de 10,4% em comparação anual.
- Lucro Líquido Gain: R$ 16,1 bilhões em 2025, crescimento de 18,7% em relação a 2024.
- ROE Ajustado: 10,7%, acréscimo de 0,3 p.p. em relação a Dez24.
- Carteira de Crédito Total: R$ 1,378 trilhão, expansão de 11,5% em 12 meses.
- Crédito Imobiliário: R$ 938,0 bilhões (+13,0%)
- Crédito Corporativo PF: R$ 152,0 bilhões (+13,4%)
- Crédito Corporativo PJ: R$ 114,7 bilhões (+14,2%)
- Empréstimos Concedidos: R$ 690,2 bilhões em 2025, aumento de 12,2% em relação ao ano anterior.
- Empréstimos Imobiliários Concedidos: R$ 246,4 bilhões (+10,2%)
- Inadimplência: 3,07%, com 91,5% da carteira dedicada a operações de menor risco, fortalecendo o perfil prudente e a solidez do gerenciamento de crédito.
- Índice de Basileia: 16,4%, redução de 0,17 p.p. na comparação anual.
- Capital Nível I: 15,0 %, incremento de 0,4 p.p. em 12 meses.
- Capital Principal: 14,3%, decréscimo de 0,1 p.p. em 12 meses.
*Notícia originalmente publicada em IstoÉ Finanças, parceiro de B3 Bora Investir
Fonte: Bora Investir
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